DESTRUIÇÃO AMBIENTAL
EFEITO
ESTUFA
A atmosfera contém carbono, presente na forma de dióxido de carbono,
que regula a temperatura da terra, mas o aumento dos níveis de carbono
impedem a reflexão dos raios solares para o espaço, retendo o
calor na atmosfera e contribuindo para modificações climáticas
como: aquecimento, degelo nos polos, inundações, furacões
e facilitando a proliferação de pragas, ervas daninhas, doenças
tropicais e inúmeros distúrbios na vida na vida.
A temperatura média na terra é de 15ºC e, não fosse
a concentração de carbono na atmosfera, a temperatura seria de
- 18ºC, impossibilitando a vida. Entretanto, ressalta-se que, há
cerca de cem anos, a concentração de dióxido de carbono
era de 280 partes por milhão (PPM), em 1998 a concentração
ficou em média em 335 PPM, provocando um aumento na temperatura média.
Anualmente, cerca de 24 bilhões de toneladas de gás carbônico
são lançadas na atmosfera, das quais 80% provem de queima de combustíveis
fósseis (petróleo e carvão) e 20% de queimadas, sendo que
os maiores contribuintes para a contaminação da atmosfera são
os países mais desenvolvidos industrialmente.
CHUVAS ÁCIDAS
As chuvas ácidas decorrem de concentração de poluentes
na atmosfera, oriundos da queima de derivados de petróleo (óleos
e combustíveis), carvões e outras emissões que contenham
dióxido de enxofre e óxido de nitrogênio, que combinam com
o vapor d´água presente no ar produzindo ácido sulfúrico
e nítrico, que voltam para a terra juntamente com as chuvas.
Outros elementos, tais como: cloro, chumbo, arsênico e mercúrio,
também se juntam para interferir no ciclo da água, danificando
revestimentos de monumentos e edificações e provocando modificações
nos solos e vegetações, pois inibem a decomposição
orgânica e o crescimento dos vegetais.
O solo fica ácido e dificulta a absorção dos nutrientes
pela plantas, enfraquecendo-as e requerendo agrotóxicos para que não
sejam atacadas pelas pragas.
Dados estatísticos indicam que cerca de 50% das florestas da Alemanha
e 35% dos ecossistemas europeus estão comprometidos em decorrência
de chuvas ácidas.
Para minimizar a contaminação atmosférica que provoca a
chuva ácida, existem inúmeras providências, tais como: instalação
de filtros em fornos de usinas siderúrgicas, termelétricas e indústrias
de cimento e utilização motores menos poluentes e de conversores
catalíticos (catalizadores) em veículos.
Mas, para eliminar a poluição atmosférica, a solução
é a utilização de tecnologias limpas e máquinas
e motores movidos à energia não poluente.
CONTAMINAÇÃO DE AQUÍFEROS
As águas contidas em lençóis subterrâneos (aqüíferos)
se constituem em um enorme manancial hídrico, que pode ser explorado
de forma consciente, respeitando a capacidade de vazão e recarga
A contaminação das águas subterrâneas é provocada
pela recarga dos aqüíferos, através de infiltrações
que ultrapassam a camada superficial do solo, de pouca capacidade de impermeabilização.
As contaminações mais comuns são oriundas de fossas ou
depósitos de lixo próximos dos poços
Uma forma bastante comum de contaminação é a salinização
dos poços, provocada pelo excesso de retirada de água do aqüífero
(maior que a capacidade de recarga).
Entretanto, a mais perigosa se deve à contaminação provocada
por produtos químicos, que provocam danos muitas vezes irreversíveis,
causando enormes prejuízos e impossibilitando o uso das águas
subterrâneas em grandes áreas.
BURACOS
NA OZONOSFERA
A ozonosfera é uma camada da atmosfera situada a cerca de 25 / 30 km
de altura, com aproximadamente 2km de espessura, contendo elevadas concentrações
de gás ozônio.
Tem como função filtrar os raios solares ultravioletas, que interferem
no material genético, fragiliza o sistema imunológico e são
causadores de moléstias como: câncer, catarata, herpes. Também
afetam o sistema de reprodução vegetal, inclusive dos plânctons.
Quando a camada de ozônio está com baixas concentrações,
ocorrem fenômenos denominados de buracos, onde os raios não encontram
resistência e penetram com maior intensidade.
Os buracos decorrem, em cerca de 80%, da reação química
dos compostos de clofofluorcarbono - CFC´s, um gás utilizado em
aerossóis, sistemas de ar condicionado e geladeiras e fabricações
de materiais expandíveis para embalagens tais como isopor e espumas.
No processo de destruição, os raios ultravioletas ( UV ) incidem
sobre sobre os clorofluorcarbonos ( CFC's ) e liberal um átomo de cloro
( Cl ), que irá se juntar a uma molécula de ozônio ( O3
), liberando uma molécula de oxigênio e outra de O Cl, provocando
uma reação em cadeia.
Outras substâncias químicas, tais como o tetracloreto de carbono
e o metil clorofórmio também são responsáveis pela
destruição da camada de ozônio.
Estima-se que cerca de 30 milhões de Km2 da ozonosfera está comprometida,
principalmente na região localizada no polo sul, ressaltando-se que a
ação dos gases CFC's deverá perdurar por mais 50 anos,
considerando que até o ano de 2010 esteja banido de fabricação
e utilização.
DESTRUIÇÃO
DE MANGUEZAIS
Os manguezais servem de subsistência aos catadores de caranguejos, os
caranguejeiros, mas com a progressiva poluição e devastação,
tal condição tem se tornado cada vêz mais difícil.
Também não existe discernimento entre caranguejos jovens e fêmeas
ovadas
O desmatamento de mangues para a construção de casas ( esqueleto
) ou para servir de lenha, tem causado graves danos ao meio ambiente.
Tal prática, concomitante aos despejos de lixo urbano, carreamento de
resíduos de herbicidas aplicados em lavouras e produtos químicos
utilizados em indústrias situadas nas margens dos rios tem contribuído
significativamente para a destruição dos manguezais
QUEIMADAS
As queimadas são realizadas para a viabilização da atividade
agropastoril ou florestal e devem ser autorizada pelo IBAMA, buscando evitar
danos ambientais, pois retiram nutrientes do solo e provocam redução
na capacidade de fertilidade.
Quando realizadas em períodos de inversão térmica, provocam
acúmulo de fumaça com graves prejuízos à saúde
das pessoas da região atingida e também aos meios de transporte.
Os incêndios florestais decorrem em grande parte de acidentes decorrentes
da conjunção de fatores tais como: baixa umidade, ventos fortes,
déficit hídrico, combustível seco, desmatamento e uso desordenado
do solo
LIXO
PERIGOSO
Resta aos homens 30% da superfície da terra para viver, sem considerar
as extensas áreas desérticas ou dificilmente habitáveis,
além do que o solo considerado como fértil se estende até
uma profundidade de aproximadamente 2 metros, em locais onde existe cultivo,
que propiciam decomposição de folhas, cascas de frutas e galhos.
Anualmente, milhões de toneladas de lixo perigoso são geradas,
manuseadas e dispostas de forma irregular, sendo que a maior parte é
enterrada no solo sem proteção, provocando a contaminação
de solos e águas, inclusive subterrâneas.
Resíduos hospitalares são espalhados sobre a superfície
da terra e carregados para os corpos d'água, provocando riscos a saúde
e contaminação pela proliferação de vermes, bactérias
Resíduos oriundos de atividades químicas e metalúrgicas
representam 70% da carga de contaminantes industriais e se constituem em um
fator de risco, tal como as águas residuárias com cargas de metais
pesados.
ASSOREAMENTOS
Periodicamente são observadas inundações de grandes áreas
urbanas, causando perdas de vidas e destruição do patrimônio
das pessoas.
A principal causa está no estrangulamento das calhas dos rios, provocado
pelo aterro das margens, para a construção de estradas ou habitações
e a disposição de lixo urbano no leito, causando redução
da largura e profundidade. Outro fato agravante é a impermeabilização
do solo, através do asfaltamento de ruas e avenidas, impedindo a drenagem
natural das águas.
Há também de se considerar que a destruição das
matas ciliares, que dão sustentação as margens propicia
o desmoronamento.
Outra forma de dano ambiental causado por inundação é a
construção de barragens e usinas hidrelétricas, pois destroem
habitats de espécies, fazendo-as migrarem ou serem extintas, pela impossibilidade
de sobreviverem em outro habitat.
DERRAME
DE PETRÓLEO
O óleo derramado no mar, através de colisões de navios
e rompimento de oleodutos, por exemplo, envenenam a cadeia alimentar.
Imensas quantidades de zooplânctons são mortos, causando desequilíbrio
na base da cadeia alimentar marinha, assim como pássaros, que tem as
penas impregnadas por óleo, eliminando a capacidade de isolamento térmico
e causando a morte por congelamento, mesma condição das lontras
marinhas e de outros animais.
O óleo derramado, em contato com a água do mar, forma uma emulsão
conhecida por mouse, que em parte decanta e outra chega até as praias.
Dois derramamentos de óleo de grandes proporções foram
os causados pelos navios Exxon Valdez, em 1989, no Alasca, com 11 milhões
de galões, e o do Amoco Cadiz, em 1978, com 88 milhões de galões,
na França, quando poluiu 300 km de praias.
De 1983 a 1992 foram registrados 101 acidentes de óleo no mar, a maioria
na Baía de Guanabara ( São 16 terminais de petróleo de
navios, duas refinarias, 1 estaleiro, 2000 postos de combustíveis.
IMPACTOS
EM OCEANOS E CURSOS DE ÁGUA
Os oceanos têm sido usados como depósitos de lixo gerado pelo homem,
sendo os mais afetados os próximos às regiões mais habitadas,
industrializadas ou de grande tráfego marítimo, tendo nos rios
a maior fonte de poluição, pois percorrem grandes distâncias,
servindo de drenagem para cidades, lavouras e indústrias.
Estima-se que os oceanos recebem por ano: 300 milhões de toneladas de
esgotos, 15 milhões de toneladas de sedimentos, 11 milhões de
toneladas de lixo insolúvel, 2 milhões de toneladas de lixo domestico.
Cerca de dois milhões de toneladas de óleo também são
jogadas nos oceanos anualmente, impedindo a oxigenação das águas
e alterando o ecossistema. Nos derramamentos de petróleo, os peixes se
envenenam quando engolem o óleo e as aves tem suas penas encharcadas,
impedindo-as de voarem em busca de alimento.
Os cursos d'água tem características próprias, tais como
vazão, acidez, temperatura e cor. Para que não ocorram impactos
no meio ambiente aquático, os efluentes despejados devem se aproximar
ao máximo das características do corpo receptor ( rio, lago ou
oceano ).
Buscando regulamentá-los, agências nacionais de preservação
ambiental determinaram limites, para que não houvesse danos ao meio ambiente.
Vazão: As descargas devem ser progressivas e compatíveis
com a vazão do corpo receptor.
Acidez: Deve ser mantida entre 6,5 e 7,5, para evitar desequilíbrio
no ecossistema
Temperatura: A temperatura de descarga estar próxima da existente, para
que não cause redução nos níveis de oxigênio.
Cor: A cor do efluente implicará na modificação
dos níveis de fotossíntese das algas, dificultando a produção
de alimentos
Sólidos: A quantidade e conteúdo dos sólidos, contribuem
para o depósito de materiais, provocando assoreamento e entupimento nas
vias respiratórios dos peixes, entre outros aspectos negativos
Toxidade: Os produtos tóxicos afetam os métodos biológicos
de depuração, sendo os mais comuns o mercúrio, cobre, chumbo
e cromo.
Metais pesados: Os despejos muitas vezes contém substâncias
carregadas com metais pesados que dificultam a atividade das bactérias
que transformam as cargas orgânicas, além de prejudicam o uso benéfico
da água
DESMATAMENTOS
Florestas são desmatadas, provocando redução na capacidade
de absorção de água pelo solo e erosão pela ação
do vento e chuva, podendo causar desertificação e assoreamento
de rios.
Estudos dão conta que a cada ano cerca de 70 mil Km2 são inutilizados
para o cultivo em virtude da erosão.
A devastação de florestas, principalmente em decorrência
da exploração de madeira, sem considerar a capacidade de renovação,
também prejudica de sobremaneira o fluxo de águas das vertentes
dos rios e estiagens.
EROSÃO
A erosão é considerada a maior causa da degradação
das terras e trata-se de um fenômeno que modifica o relevo, mas na maioria
das vezes tem origem na ação dos homens.
Na erosão o solo considerado arável, ou seja, que oferece boas
condições para o plantio, que tem percentuais aproximados de 60%
de areia, 25% de argila, 10% de humus e 5% de calcáreo, além de
conter sais minerais e que conseguem absorver e reter a água, é
removido, dando lugar às camadas mais baixas da terra e com características
impróprias.
As erosões provocadas pelos ventos e chuvas podem ser minimizadas através
do reflorestamento de áreas desmatadas e proteção de encostas
Os processos de erosão podem decorrer por ação:
· Eólica: Os ventos tendem a remover e transferir as camadas superficiais do solo que está desprotegido por vegetação ou que somente tem vegetação rasteira, como é o caso de áreas próximas do litoral.
· Pluvial: As chuvas contribuem de maneira significativa para a erosão do solo, mas tal ocorrência predomina em locais que sofreram modificações pela ação do homem, tais como as encostas de morros
· Marítima: A ação das ondas dos mares e oceanos tem sido responsáveis pela erosão das regiões litorâneas. Esse fenômeno decorre, em grande parte, da ação do homem na modificação do clima da terra, contribuindo para o degelo das camadas polares e elevação do nível das águas.
· Fluvial: A erosão provocada pelos rios estão causando transtornos às populações ribeirinhas, mas não fosse o avanço das construções mas margens dos rios, a destruição das matas ciliares que dão sustentação as calhas, a pavimentação inconseqüente de imensas áreas de cidades e o despejo de lixo nos rios, tal fato seria minimizado
LIXÕES
A disposição de lixo em áreas abertas tem sido uma prática
comum adotada pelas prefeituras de muitos municípios, se constituindo
em uma fonte de geração de doenças, que proliferam com
facilidade através de insetos.
Tal ação implica ainda em contaminação dos cursos
d'água e lençóis freáticos, compromentendo o abastecimento
d'água.
Em Nova York, de acordo com a World Resources Institute, são 80.000 toneladas
de lixo por dia, sendo 40% destinadas a reciclagem e 60% para aterros ou incineração,
enquanto que em São Paulo, conforme a Limpurb, são 14.000 toneladas
por dia, sendo 96% destinadas a aterros, 6% para incineradores e compostagem
e apenas 1% para reciclagem.
IMPACTOS
AMBIENTAIS
Os impactos são representados por efeitos no meio ambiente, tendo como
causas inúmeros fatores
|
Principais
causas
|
Principais
efeitos
|
| Garimpo
a céu aberto e mineração industrial |
Assoreamento
de cursos d'água, erosão de solos, desertificação
de áreas e degradação de paisagens Contaminação de águas, solos e lençóis subterrâneos por metais pesados |
| Construções
de rodovias, ferrovias e portos |
Migrações,
explosão demográfica, propagação de doenças Desmatamentos e queimadas |
| Construções
de Hidrelétricas |
Modificações
climáticas, elevação de temperatura e inundações Impactos da flora, fauna e ecossistemas Impactos culturais e sócio-econômico |
| Poluição
atmosférica |
Danos em instalações e edificações decorrentes de chuva ácida |
| Caça
e pesca predatórias |
Dificuldade
da reprodução animal e extinção de espécies Desequilíbrio ecológico |
| Queimadas
e desmatamentos e destruição de matas ciliares |
Assoreamento
de cursos d'água e prejuízos ao transporte fluvial Pragas de insetos e surgimento de ervas daninhas |
| Despejos
de resíduos industriais, domiciliares e hospitalares |
Proliferação de bactérias, vírus e parasitas |
| Poluição radioativa e por metais pesados | Lesões físicas e psíquicas nos seres vivos |
DESTRUIÇÃO
DOS CORAIS
Os corais são organismos vivos e susceptíveis às agressões
provenientes das ações do homem. Estima-se que 10% da área
de corais no mundo está irremediavelmente destruída e outros 20%
seriamente ameaçada.
Tal fato se deve principalmente à pesca predatória, circulação
e ancoragem de embarcações e retirada de corais para a comercialização.
Outra causa de destruição vem da contaminação decorrente
dos pesticidas utilizados em lavouras, que atingem os corais carregados pela
correnteza dos rios
Com o objetivo de construir O Porto de Suape, no litoral de Pernambuco, foi
cometido um crime ambiental de grandes proporções, com a destruição
e aterro de manguezais e a dinamitação de recifes de corais
DESASTRES ECOLÓGICOS
Os desastres ecológicos, que não se restringem apenas a um ponto,
mas a todo um ecossistema e até ao mundo, devido aos efeitos das correntes
marinhas e ventos.
Anualmente, os desastres representam um elevado custo ambiental e financeiro.
Na década de 60, foram registrados 16 grandes desastres, que representarm
perdas de 10 bilhões de dólares, enquanto que na década
de 80 ocorreram 70 desastres representaram 90 bilhões de dólares.
Os números passam a ser assustadores quando se dá conta que somente
em 1998 as perdas foram de 90 bilhões de dólares.
Além das mortes de pessoas e animais, inúmeras evacuações
já foram executadas, fazendo de milhares de pessoas refugiados ambientais,
devido a acidentes nucleares e químicos.
Em 1992, conforme o PNUMA, 11% do solo da terra já estava sem função
biótica. São 300 milhões de hectares totalmente degradados
e outros 900 milhões em estado de semi-degradação.
No Brasil, uma das empresas que mais contribui para a destruição
ambiental é uma estatal de petróleo. Registros indicam que somente
entre 1985 e 2000 já derramou mais de dez milhões de toneladas
de óleo no mar, provocando a morte de inúmeros animais - entre
1997 e 2000 foram mais de 100 acidentes.
Um dos mais recentes desastres foi o que aconteceu na Baia de Guanabara, no
Rio de Janeiro, quando 5 km de praias foram poluídas e 140 km2 de área
de preservação ambiental de manguezais foram contaminados.
Tal fato, além das consequências ambientais, afetou de sobremaneira
a imagem da Petrobrás, deixando dúvidas quanto a finalidade dos
gastos de 2 milhões de dólares com o patrocínio do Projeto
Tamar e também pela forma de abordagem do problema pelo então
presidente da Petrobrás em ressaltar que era só assinar o cheque
do valor da multa, se configurando em uma atitude irresponsável com o
país quanto à preservação ambiental e a administração
dos recursos.
Diariamente são registrados inúmeros desastres que afetam o meio
ambiente, mas apenas os de grande proporção tornam-se de conhecimento
público, onde as indústrias e os meios de transporte são
os maiores responsáveis.
Tais desastres e ocorrências ambientais de pequena gravidade tem provocado
danos muitas vezes irremediáveis, contribuindo para a redução
das condições propícias de habitabilidade no planeta terra.
Em 1992, conforme o PNUMA, 11% do solo da terra já estava sem função
biótica. São 300 milhões de hectares totalmente degradados
e outros 900 milhões em estado de semi-degradação.